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sexta-feira, 23 de julho de 2010

TH - São as fãs mais loucas que a banda solta? Ou vice-versa?

Talvez não é tão evidente para um observador casual, mas esta semana dolorosamente lenta para os lançamentos da nova música. É o meu trabalho seleccionar um álbum que sai da luz cada terça-feira e encontrar alguns comentários para publicar em Up On The Sun para o meu Review Roundup. Algumas semanas é difícil escolher só um álbum para a dita função, outras semanas é difícil encontrar um só álbum. Esta semana sendo a última, tive que comformarme com Teflon Don, o quarto álbum para o rapper de Miami, Rick Ross. É um grande disco, mas eu tinha que basear-me na lista dos melhores vendidos de Amazon.com para encontra-lo e isso é algo que não necessariamente disfruto fazer.

Em geral evito usar a lista de Amazon porque conta com discos de artistas bem conhecidos – os inscritos com os maiores selos discográficos. Prefiro dedicar um blog post a uma, mais pequena. Pouco conhecida banda, uma que poderia utilizar mais publicidade e o boca a boca. Podem chamar-me indie se preferem, importa-me uma merda – essa é a maneira em que vejo a minha publicação de Tuesday Review Roundup.

Bom, de alguma maneira – evidenciando de uma semana lenta para os novos lançamentos que estava na minha publicação acerca de Rick Ross – consegui ofender os fãs dos Tokio Hotel com uma só frase. Isto levanta a questão: “What the fuck, guys?”.

O primeiro é o primeiro, vejamos o que foi dito no post original desta terça-feira:

“Isso não quer dizer que algo bom se publica hoje, mas quando Ridz Bop 18 e Tokio Hotel completam o Top 3 para os novos lançamentos de Amazon, dificilmente constitiu um bom dia para a nova música.”

Essa frase foi a única menção aos Tokio Hotel em todo o post. Não rotule o cargo com “Tokio Hotel” nem imbute o nome da banda em nenhuma foto utilizada.

Todo este ódio aos Tokio Hotel que aparentemente arranjou o meu post original provocou a ira de múltiplos comentaristas perguntando-se porque estava a destruir a sua banda favorita. Respostas como “não estou muito contente com este artigo. Embora Tokio Hotel não é tão popular na América como é na Europa, sigam sendo um dos melhores artistas musicais que alguma vez abençoei a música” e “tio, que se passa com o tom negativo fazia o lançamento do álbum dos Tokio Hotel? Ganharam uma montanha de prémios internacionais em todo o mundo, isso não é preguiçoso, no mínimo.”

Têm razão, o reconhecimento internacional dos Tokio Hotel não é solto. O facto de o terceiro álbum maior em Amazon esta semana é um álbum ao vivo – um álbum ao vivo com zero material novo – de um grupo pop alemão liderado por uma rapaz andrógino, Pete Burns adora aquele jovem que não acaba de ter a mesma quantidade de fama em US como os tem em qualquer outro sítio é, de facto, solto.

O facto de um álbum ao vivo dos Tokio Hotel é o número 3 das melhores vendas esta semana demonstra que é uma semana lenta para os novos lançamentos. Essa foi a minha intenção original no meu post de Rick Ross, e essa é a verdade absoluta. Merda, Humanoid City Live foi abatido por Kidz Bop 18 na lista de Amazon e isso é incrivelmente triste – triste porque evidentemente conseguiu até ao ponto esta semana tinha sido lenta. Mas se a minha única frase dedicada aos Tokio Hotel tem enlouquecido mais de que uma pessoa e por isso estou muito espantado, por não mencionar de irritante.

São os fãs dos Tokio Hotel realmente assim susceptíveis? Se uma frase dedicada à banda no post acerca de um músico totalmente diferente irritou muita gente, em seguida não posso imaginar o que passará quando clonarem os álbuns da banda ou concertos evoquem comentários menos favoráveis. Deve haver uma susceptibilidade inerente no ar com os fãs dos Tokio Hotel já que todos sabem quão ridículo se vê Bill kaulitz. Estes fãs devem viver as suas vidas preparando replicas constantes em qualquer momento em que há que mencionar que os Tokio Hotel é uma das suas bandas favoritas.


Imagino conversações mais ou menos assim:

Menino A: “Gosto muito dos Tokio Hotel”

Menino B: “Tokio Hotel? Queres dizer que essa banda alemã estranha com esse idiota, decadente com o cabelo de animal?”

Menino A:” sim, mas tu simplesmente não entendes a arte do Bill. O seu cabelo é uma extenção da sua personalidade.”

Menino B: “e onde está a sua vagina?”

Esta bem ser fã dos Tokio Hotel. A sua música tem o mesmo atractivo que assume ter a música que faz Kesha – está completa de letras sem sentido e refrões super cativantes, os quais são substituídos pela estética ridícula da cantora. Mas para os poucos elegidos de vocês entenderam mal como interpretei esta semana para ser uma lenta para a nova música que leva-me a disparar a música pop alemã, digo merda dura.

Foi realmente uma semana lenta para a nova música. E sabes o quê? Os Tokio Hotel também não presta.


Traduzido por: Maria Death

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